Page 159 - Livro Curso Prático do CYPECAD
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MULTIPLUS LIVRO CURSO PRÁTICO CYPECAD
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4.4.1 Coeficiente de Engastamento no Último Piso
Um pilar é submetido, no último pavimento, a uma situação de momento elevado e esforço axial reduzido,
de maneira que necessita uma quantidade de armadura elevada que deve ser ancorada na laje, com o perigo de se
cortarem as esperas na obra.
O programa permite reduzir o engastamento na extremidade do último pavimento, de maneira que se
reduzem tanto as quantidades como os comprimentos de ancoragem necessários.
Valores em torno de 0.30 são considerados adequados para este coeficiente.
4.4.2 Coeficiente de Rigidez Axial
A consideração do encurtamento devido ao esforço axial nos apoios (pilares, pilares-paredes e cortinas)
produz um encurtamento maior nos apoios internos da viga contínua, de maneira que se reduz o negativo das vigas
sobre estes apoios. Mas este encurtamento, na realidade, ocorre só em parte, sobretudo nos pisos superiores, visto
que a viga é construída quando no apoio já ocorreu a maior parte do encurtamento. É, portanto, uma boa decisão
considerar que o apoio tem uma rigidez axial entre 2 e 3 vezes a real.
Considerar que os apoios não se encurtam não corresponde ao comportamento real da estrutura, mas
desejando-se fazer esta consideração pode-se utilizar um fator grande para a rigidez axial.
4.4.3 Coeficiente de Rigidez à Torção
A rigidez real à torção de uma seção de concreto armado é inferior à rigidez teórica bruta, devido ao
aparecimento da fissuração oblíqua, de maneira que se recomenda multiplicar a rigidez teórica da seção por um
valor que não ultrapasse 0.2.
Ensaios com peças reais mostram que uma peça submetida a esforços de torção, depois de fissurada, tem
sua inércia reduzida em 1/6 do valor inicial (1/6 = 0,1666), cujo valor é adotado pelo CYPECAD.
4.5 Configuração de Desenhos de Pilares
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