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	<title>Arquivo de CYCU34 - MULTIPLUS</title>
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	<description>Perguntas frequentes</description>
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	<title>Arquivo de CYCU34 - MULTIPLUS</title>
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		<title>Como é feito a Consideração de efeitos de 2ª ordem (PΔ)?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Henrique Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 19:25:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>De forma facultativa pode-se considerar, quando se define ação de Vento ou Sismo, o cálculo da amplificação de esforços produzidos pela atuação de tais cargas horizontais. O método está baseado no efeito P-delta devido aos deslocamentos produzidos pelas ações horizontais, abordando de forma simples os efeitos de segunda ordem a partir de um cálculo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>De forma facultativa pode-se considerar, quando se define ação de Vento ou Sismo, o cálculo da amplificação de esforços produzidos pela atuação de tais cargas horizontais.</p>



<p>O método está baseado no efeito P-delta devido aos deslocamentos produzidos pelas ações horizontais, abordando de forma simples os efeitos de segunda ordem a partir de um cálculo de primeira ordem, e um comportamento linear dos materiais, com umas características mecânicas calculadas com as secções brutas dos materiais e o seu módulo de elasticidade secante.</p>



<p>Sob a ação horizontal, em cada piso i, atua uma força Hi, a estrutura deforma-se, e produzem-se uns deslocamentos Δij ao nível de cada pilar.</p>



<p>Em cada pilar j, e ao nível de cada piso, atua uma carga de valor Pij para cada ação gravitacional, transmitida pela laje ao pilar j no piso i.</p>



<p>Define-se um momento derrubador MH devido à ação horizontal Hi, à cota zi em relação à cota 0.00 ou nível sem deslocamentos horizontais, em cada direção de atuação do mesmo: </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="668" height="511" src="https://multiprojeto.com.br/perguntas-frequentes/wp-content/uploads/2020/01/CYMU-37-1.png" alt="" class="wp-image-5651" srcset="https://multiprojeto.com.br/perguntas-frequentes/wp-content/uploads/2020/01/CYMU-37-1.png 668w, https://multiprojeto.com.br/perguntas-frequentes/wp-content/uploads/2020/01/CYMU-37-1-300x229.png 300w" sizes="(max-width: 668px) 100vw, 668px" /></figure>



<p>Da mesma forma define-se um momento por efeito Pdelta, MPΔ, devido às cargas transmitidas pela lajes aos pilares Pij, para cada uma das ações gravitacionais (k) definidas, para os deslocamentos Δi devidos à ação horizontal.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="183" height="58" src="https://multiprojeto.com.br/perguntas-frequentes/wp-content/uploads/2020/01/CYMU-37-2.png" alt="" class="wp-image-5652"/></figure>



<p>

sendo:</p>



<p>k: Para cada ação gravitacional (permanente, sobrecarga, &#8230;) </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="474" height="208" src="https://multiprojeto.com.br/perguntas-frequentes/wp-content/uploads/2020/01/CYMU-37-3.png" alt="" class="wp-image-5653" srcset="https://multiprojeto.com.br/perguntas-frequentes/wp-content/uploads/2020/01/CYMU-37-3.png 474w, https://multiprojeto.com.br/perguntas-frequentes/wp-content/uploads/2020/01/CYMU-37-3-300x132.png 300w" sizes="(max-width: 474px) 100vw, 474px" /></figure>



<p>Para o cálculo dos deslocamentos devidos a cada hipótese de ações horizontais, deve-se recordar que se realizou um cálculo de primeira ordem, com as seções brutas dos elementos.</p>



<p>Se estiverem calculando os esforços para o dimensionamento em estados limites últimos, pareceria lógica que o cálculo dos deslocamentos em rigor se fizesse com as seções fendilhadas e homogeneizadas, o que é bastante complexo, dado que supõe a não-linearidade dos materiais, geometria e estados de carga.</p>



<p>Isto não poderá ser abordado do ponto de vista prático com os meios normais disponíveis para o cálculo.</p>



<p>Consequentemente, deve-se estabelecer uma simplificação, que consiste em supor uma redução das rigidezes das seções, o que implica um aumento dos deslocamentos, visto que são inversamente proporcionais.</p>



<p>O programa solicita como dado o aumento ou fator multiplicador dos deslocamentos para ter em conta essa redução da rigidez. Neste ponto não existe só um critério, pelo que se deixa ao juízo do utilizador a consideração de um valor ou de outro em função do tipo de estrutura, grau de fendilhamento estimado, outros elementos rígidos, núcleos, escadas, etc&#8230; que na realidade podem inclusivamente reduzir os deslocamentos calculados.</p>



<p>No Brasil é habitual considerar um coeficiente redutor do módulo de elasticidade longitudinal de 0.90 e supor um coeficiente redutor da inércia fissurada em relação à bruta de 0.70.</p>



<p>Assim, a rigidez reduz-se no seu produto: </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="474" height="208" src="https://multiprojeto.com.br/perguntas-frequentes/wp-content/uploads/2020/01/CYMU-37-4.png" alt="" class="wp-image-5654" srcset="https://multiprojeto.com.br/perguntas-frequentes/wp-content/uploads/2020/01/CYMU-37-4.png 474w, https://multiprojeto.com.br/perguntas-frequentes/wp-content/uploads/2020/01/CYMU-37-4-300x132.png 300w" sizes="(max-width: 474px) 100vw, 474px" /></figure>



<p>Como os deslocamentos são inversos à rigidez, o fator multiplicador dos deslocamentos será igual a 1/0.63 = 1.59, valor que se introduzirá como dado no programa. Como norma de boa prática deve-se considerar que se γz &gt; 1.2, se deve tornar a estrutura mais rígida nessa direção, já que a estrutura é muito deformável e pouco estável nessa direção. Se γz &lt; 1.1, o seu efeito será pequeno e praticamente desprezível.</p>



<p>Na antiga norma NB-1, de forma simplificada recomenda-se amplificar para 1/0.7 = 1.43 os deslocamentos e limitar o valor de γz a 1.3.</p>



<p>Valores esses que ainda não foram atualizados para as novas normas.</p>
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